Mostrando postagens com marcador Saúde. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Saúde. Mostrar todas as postagens

Alimentação durante o inverno

Com o tempo mais seco e gelado, o nosso organismo gasta cerca de 10% a mais de energia para produzir calor e manter a temperatura corporal. Dessa forma, o corpo demonstra sinais de fome, principalmente por pratos calóricos. O ideal é realizar de cinco a seis refeições distribuídas durante o dia, pois isso ajudará na sensação de saciedade e evita o gasto energético excessivo.
Uma tendência comum no inverno é consumir pouco líquido, no entanto, ele é necessário para o bom funcionamento do corpo. Além da água, podemos ingerir sucos e bebidas de ervas, como os chás verde e branco. “Quem pretende emagrecer com saúde, deve evitar chocolate e alimentos ricos em açúcares e gorduras, pois contribuem na queda da imunidade e o aumento de gordura corporal, dê preferência às sopas”, alerta Alessandra.
A prática de atividades físicas também é fundamental. Exercícios aeróbicos, como a caminhada, corrida ou bicicleta, são opções para evitar o ganho de peso durante o período, já que a ingestão de doces e massas podem ser maiores que em outras estações do ano. Além, de estimular o sistema imunológico, criando uma resistência maior contra as infecções e gripes.

Dica de Suplemento Alimentar Corpo Ideal

Suplementos Alimentares

Atchim !!!


Quais são as doenças respiratórias mais freqüentes no inverno?

Rinite, sinusite, DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica), asma e pneumonia.

Por que no inverno?

Porque nessa estação do ano há fatores que estimulam a ocorrência das doenças respiratórias: queda de temperatura, baixa umidade e resfriamento do ar e o contato com ácaros de roupas guardadas. Também o ambiente fechado e a ventilação reduzida facilitam a propagação de infecções e alergias.

Qual a causa dessas doenças?

Os responsáveis pelas infecções respiratórias agudas são os vírus (mais de 90% dos casos) e as bactérias. As reações alérgicas (rinite, por exemplo) são causadas, em sua grande maioria, pelos ácaros – microorganismos encontrados na poeira.

Gripe e resfriado são a mesma coisa?

A gripe, causada pelo vírus da influenza, costuma ser classificada separadamente do resfriado comum, caracterizando-se por um quadro de infecção das vias aéreas superiores com maior repercussão clínica. Pode apresentar-se com febre alta, prostração, mialgia e calafrios. Os sintomas de coriza, tosse e faringite podem ficar em segundo plano frente às manifestações sistêmicas mais intensas. Febre, diarréia, vômitos e dor abdominal são comuns em crianças mais jovens. Tosse e fadiga podem durar várias semanas.

Vacina contra a gripe?

A vacina é recomendada para pessoas mais suscetíveis à infecção, como por exemplo os idosos, cuja imunidade torna-se comprometida com o tempo.
Entretanto, sua indicação deve ser obrigatória em pacientes com asma, doenças cardiopulmonares crônicas, hemoglobinopatias, doenças renais ou metabólicas crônicas, doenças que necessitam de uso contínuo de aspirina ou imunodeficiência.

Por que quem faz a vacina ainda pode ter gripe?

A vacina da gripe objetiva imunizar contra a infecção de um determinado tipo de vírus – Influenza – que se caracteriza por um quadro de infecção das vias aéreas superiores com maior repercussão clínica, ou seja, sintomas mais graves. No entanto, a maioria dos casos de infecção das vias aéreas superiores não são causados por esse vírus.

Como prevenir?


Cuidar da higiene das mãos de familiares, ou outras pessoas com infecção respiratória viral;
Evitar o contato de crianças sadias com pessoas com infecção respiratória;
Dormir em local arejado e umedecido (o uso de recipientes com água no quarto é uma alternativa);
Usar agasalho quando sair ao ar livre;
Evitar o acúmulo de poeira em casa;
Lavar e secar ao sol mantas, cobertores e blusas de lã guardadas por muito tempo.


Algumas recomendações importantes:

O uso de antimicrobiano não combate a infecção viral, não previne complicação bacteriana e poder causar efeitos adversos.
Da mesma forma os antitussígenos ou anti-histamínicos.
Em caso de dificuldade respiratória, febre alta, prostração, secreção nasal purulenta por mais de 10 dias, otalgia, ou tosse persistente por mais de 10 dias, procurar atendimento médico.

Fonte: chasqueweb.ufrgs.br


Fonte: http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/doencas-respiratorias/#ixzz20ZYd9FFy

Cuidados com os cabelos durante o Inverno


 A estação mais fria do ano chegou e com ela a atenção redobrada com a beleza, já que no a pele e os cabelos sofrem no inverno. Como no frio há menor produção de glândulas sebáceas, o cabelos tendem a se ressecar com mais facilidade. Hidratação e alguns cuidados são essenciais para manter a beleza dos fios em épocas de baixa temperatura.
A primeira dica é resistir àquela água pelando do chuveiro que resseca tanto a pele quanto os cabelos. A água quente abre ascutículas dos cabelos tirando o brilho e a sedosidade. Mas se tomar banho morno está fora de cogitação, então as dicas são:
  • Evitar banhos demorados. A pele tem uma camada natural de proteção, feita de água e gordura, que é retirada quando a água é muito quente.
     
  • Se for muito difícil diminuir a temperatura da água, lave os cabelos separadamente, com água morna.
     
  • Na hora de secar os cabelos, prefira o vento frio do secador, pois o vente quente aumenta o ressecamento dos fios.
  • Coloque um pouquinho de Óleo de Argan na palma das mãos e aplique nos comprimento dos fios. Pode ser depois do banho ou com os cabelos secos. Isto combate o ressecamento e ainda ajuda a diminuir o frizz dos cabelos, muito comum nestas épocas.
Tempo nublado não quer dizer que não precisa de usar protetor solar. No inverno a radiação solar não diminui e os cabelos e a pele precisam de proteção.  O ideal é evitar gomas elásticas e abusar de faixas e lenços, chapéis e boinas que, além de serem bastante elegantes, ajudam a compor um look bacana para o inverno.
Seguindo estas dicas, nem o inverno será capaz de impedir que seus cabelos e pele permaneçam sempre lindos e radiantes o ano todo!

SAMU ou Bombeiros ???


Benefícios do Vinho



Cabernet Sauvignon, Carménère, Malbec, Shiraz, Pinot Noir…
Qual será o que combina melhor com cada refeição: carnes vermelhas, massas, queijos…
Enfim, as opções são muitas quando entramos em uma adega e nos deparamos com uma diversidade de vinhos de diferentes regiões e diferentes safras.
Registros históricos mostram que o processo de vinificação teve início no Egito antigo, por volta de 3000 a.C. Mais tarde, o grande cientista grego Hipócrates (460 a.C. – 377 a.C.), considerado o pai da Medicina, escreveria em seus documentos a indicação do vinho como anti-inflamatório. A Bíblia também relata seu consumo em celebrações, além de uma conhecida passagem onde Jesus teria transformado água em vinho. Mas, o que importa para nós é que com a evolução da ciência dos alimentos, o vinho passou a ser considerado por nutricionistas como um alimento funcional, pois possui substâncias que podem auxiliar no combate a diversas doenças, tais como diabetes, hipertensão, cardiopatias e, até mesmo, o câncer.
Tanto na casca quanto na polpa da uva concentram-se substâncias antioxidantes que combatem o envelhecimento celular. Nas sementes também estão compostos antioxidantes importantes, como o tanino, por exemplo. Porém, o componente da uva mais estudado devido aos seus efeitos benéficos à saúde, e que está presente no vinho, é oresveratrol, um polifenol flavonóide abundante na casca das uvas e sintetizado em resposta ao estresse causado por fungos, irradiação de luz ultravioleta ou, até mesmo, danos mecânicos ao fruto. Quanto mais intensa a cor das uvas e, consequentemente, do vinho, tanto maior será sua quantidade de polifenóis. Por isso, o vinho tinto apresenta uma quantidade maior de polifenóis em relação aos outros vinhos, além do seu processo de fabricação também contribuir com essa maior concentração.
O resveratrol diminui os níveis de lipídeos no sangue e a agregação plaquetária; aumenta os níveis do colesterol HDL e reduz os níveis de LDL, impedindo a obstrução das artérias; sendo eficaz na prevenção das doenças do sistema circulatório.
Dentre os demais benefícios do resveratrol está sua alta atividade antioxidante. Já a atividade anti-inflamatória é explicada pela inibição da enzima cicloxigenase, inibindo também a síntese de tromboxinas, atuando, portanto, como um agente anticoagulante. O resveratrol possui uma estrutura molecular similar à do estrogênio sintético, portanto tem propriedades farmacológicas próximas à do estrogênio humano, podendo, assim, substituir parcialmente este hormônio no tratamento de mulheres após a menopausa.
Além disso, o resveratrol pode atuar de diferentes formas diretamente sobre o desenvolvimento de células tumorais, uma delas é pela inibição da via metabólica do ácido araquidônico, responsável por induzir a gênese de tumores; outra forma é pela inibição da proteína Cquinase, um promotor do crescimento tumoral. Estudos também indicam que os benefícios do resveratrol sobre o câncer estão relacionados à potencialização da ação dos medicamentos quimioterápicos.
Isso significa, então, que tomar vinho previne uma série de doenças?
De certa forma, ainda não podemos afirmar.
Os estudos conduzidos trabalham com doses elevadas dos flavonóides do vinho. Para que essas doses sejam alcançadas seria necessário o consumo diário de vários litros de vinho, o que é inviável devido ao seu teor alcoólico e ao elevado custo de uma garrafa de boa procedência. Porém, a descoberta do chamado “Paradoxo Francês” foi fundamental para acelerar as pesquisas sobre os benefícios do vinho. Apesar de os franceses apresentarem níveis de colesterol similares aos dos norte-americanos, a taxa de mortalidade da população francesa por doenças do sistema cardiovascular corresponde a cerca de um terço da mesma taxa observada nos Estados Unidos. Para os pesquisadores, a causa dessa contradição é bastante simples: o francês está habituado a degustar algumas taças de vinho durante suas refeições.
Mais uma vez, a ciência dos alimentos está ao nosso favor.
E você, já decidiu qual garrafa vai abrir para o jantar?

Aceita um cafezinho?

7  efeitos do café no organismo




1. Café não deixa você mais alerta.
É tudo uma ilusão. Cientistas da Universidade de Bristol, na Inglaterra, dizem que, se a gente faz do cafezinho um hábito, logo desenvolvemos tolerância ao efeito estimulante da cafeína. “Mas eu tomo café e me sinto diferente. E aí?”. Bem, segundo o estudo dos caras, o fluxo de energia que você sente é apenas reflexo dos sintomas da abstinência de cafeína (que causa, veja só, fadiga) indo embora. Ou seja: você está mal.


2. Café favorece a performance feminina. Mas prejudica a masculina.
Outro estudo da Universidade de Bristol analisou a performance de homens e mulheres em atividades como testes de memória após dar a eles café normal ou descafeinado. E constatou que, munidas de cafeína na corrente sanguínea, as mulheres lidam melhor com situações estressantes e trabalham melhor em grupo. Mas os homens não. Neles, o café diminui a velocidade de raciocínio e aumenta a agressividade.


3. Café faz os seios diminuirem de tamanho.
A cafeína mexe com os níveis de estrogênio da mulher, o que pode fazer com que os seios encolham “significativamente”. Três xícaras de café por dia já são o suficiente para o efeito ser notado. A conclusão é de um estudo da Universidade de Lund, na Suécia. E essa nem é a parte mais estranha da história. Nos homens, o efeito é oposto: agindo com a testosterona, o consumo frequente de cafeína pode aumentar a região mamária masculina – e deixar os moços com “peitinhos”.


4. Café faz você ter alucinações.
Sim, ele dá barato. Mas, provavelmente (a gente nunca testou) é um barato não muito legal. Participantes de uma pesquisa da Universidade de Durham, no Reino Unido, começaram a ouvir vozes depois de tomar sete copinhos de café em um só dia. Os cientistas supõem que as alucinações sejam causadas pelo aumento nos níveis de cortisol, o hormônio do estresse, que o excesso de cafeína provoca.


5. Café previne o mau hálito.
Sabe aquele bafo de café que você sente quando o seu colega de trabalho chega para falar mais de pertinho? Não é bacana. Mas, a longo prazo, pode valer a pena. Uma pesquisa israelense, da Universidade de Tel Aviv, descobriu que certos elementos na composição do café bloqueiam o desenvolvimento das bactérias responsáveis pelo mau hálito. Agora eles estão querendo isolar esses componentes e produzir chicletes, pirulitos e outras coisas para prevenir a halitose.


6. Café faz bem para o coração (mas só para o de quem está acostumado a beber café).
Se você toma café demais, seu coração dispara. Já percebeu? Mas isso não quer dizer que a cafeína seja, necessariamente, ruim para ele. Aliás, se você não está acostumado a beber café, quer sim. Estudos das universidades de Washington e Harvard, nos EUA, dizem que quem bebe apenas uma xícara por dia ou menos do que isso tem quatro vezes mais chances de ter um enfarto – em geral, na primeira hora após o consumo da bebida. Condiz com o resultado de uma outra pesquisa norte-americana, apresentado na 50ª Conferência Anual da Associação Americana do Coração, em 2010, que aponta um risco 18% menor de problemas cardíacos em quem toma quatro ou mais xícaras de café por dia.


7. Café facilita a sua vida na academia.
Tomar um copinho antes de se jogar na malhação, além de dar uma energia extra, diminui a dor causada pelos exercícios e facilita a sua busca pelo corpão perfeito. É o que diz um estudo da Universidade de Illinois, nos EUA. E, dessa vez, não importa se você tem o hábito de beber café ou não. Segundo os pesquisadores, a cafeína age diretamente sobre partes do cérebro e da medula espinhal envolvidas no processamento da dor, seja você um coffee junkie ou não. Olha aí: dá quase para dizer que café emagrece.

MS facilita o acesso ao medicamento oseltamivir



O tratamento com tamiflu é oferecido gratuitamente na rede pública de saúde. Há estoque suficiente para atender toda a população
O Ministério da Saúde retirou o medicamento oseltamivir – de nome comercial tamiflu – da “lista de substâncias sujeitas a controle especial”. A partir de agora, o remédio, que é usado no tratamento da gripe, passa a ser comercializado nas farmácias de todo o país como os demais medicamentos com receita médica simples, sem a necessidade de controle especial em duas vias (original e cópia). A determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa),  publicada no Diário Oficial da União, visa facilitar o acesso da população ao medicamento. O antiviral já é oferecido no Sistema Único de Saúde (SUS), gratuitamente, às pessoas que necessitam. Para retirar o antiviral, no entanto, o paciente deve apresentar prescrição médica, emitida tanto por profissionais da rede pública, como da rede privada.
Com esta iniciativa, o Ministério da Saúde reforça o Protocolo de Tratamento de Influenza – 2011, que atualizou os profissionais de saúde quanto ao tratamento dos casos de gripe, ratificando junto aos médicos a prescrição e orientação para o acesso rápido ao antiviral oseltamivir. A determinação é clara: O tratamento com o remédio deve ser iniciado o mais rápido possível, após os primeiros sintomas, sem aguardar resultados de laboratório ou sinais de agravamento, nas pessoas que apresentarem a síndrome gripal e fazem parte dos grupos vulneráveis para complicações - como gestantes, crianças pequenas, idosos, obesos e portadores de doenças crônicas.
Já os pacientes com síndrome gripal, que não pertencem aos grupos de risco, devem receber o medicamento imediatamente caso apresentem sinais de agravamento, como falta de ar ou persistência da febre por mais de três dias. Para atingir sua eficácia máxima, o antiviral deve ser iniciado nas primeiras 48 horas após o início da doença. Entretanto, mesmo ultrapassado esse período o Ministério da Saúde indica a prescrição do medicamento.
ESTOQUE - Só neste ano, o Ministério da Saúde enviou, às secretarias estaduais de saúde, 418,8 mil caixas do remédio. Antes desta distribuição, no entanto, os estados já estavam abastecidos do medicamento. Cada caixa contém 10 comprimidos, suficientes para um tratamento completo. Nenhum dos 26 estados e Distrito Federal apresenta carência do antiviral. “Pelo contrário, o Ministério da Saúde tem acompanhado os estoques junto às secretarias estaduais de Saúde e, na medida em que forem consumidos, novos lotes serão enviados. O Ministério da Saúde mantém estoque estratégico de oseltamivir”, afirma a secretária substituta de Vigilância em Saúde, Sônia Brito.
A secretária substituta destaca a importância do tratamento precoce com o antiviral oseltamivir para reduzir a possibilidade da gripe evoluir a complicações e desencadear óbitos.  “Por isso, é preciso que o remédio seja usado imediatamente, após o início dos primeiros sintomas de síndrome gripal”, assegurou Sonia Brito. Os sintomas são surgimento simultâneo de febre, tosse ou dor na garganta, cefaleia (dor de cabeça) ou mialgia (dor nos músculos) ou artralgia (dor nas articulações). Já o agravamento pode ser identificado por falta de ar, febre por mais de três dias, piora de sintomas gastro-intestinais ou dor muscular intensa.

De bem com a balança durante as férias


1 

Peça carnes grelhadas e saladas sem molhos na hora do almoço. 

2 

Evite sanduíches de frios, salsichas, hambúrgueres, frituras e molhos como maionese e outros à base de ovo e creme.

3 

Se você levar o seu almoço em uma embalagem térmica para a praia, prepare-o no mesmo dia e mantenha a comida na sombra.

4 

Algumas opções saudáveis para levar para a praia são: saladas, sanduíches naturais e atum em lata.

5 

No lanche da tarde prefira frutas frescas e secas ou barrinhas de cereal. Resista à tentação e não consuma produtos de padaria com alto teor de gordura.

6 

Se quiser tomar um sorvete, prefira os de fruta. Eles têm menos calorias do que os de creme.

7 

Não aumente o consumo de álcool. Se puder reduzi-lo, melhor, já que no verão o álcool engorda mais.

8 

Faça atividades físicas diariamente, sem forçar demais o corpo. Atividades ao ar livre ajudam a relaxar e a queimar gordura.

9 

Se você estiver numa região de praia, aproveite para fazer caminhadas na areia ou no calçadão todos os dias. Se você viajar para o interior, faça caminhadas ou excursões a pé ou de bicicleta.

Queda de cabelo


Alterações significativas na aparência dos cabelos podem impactar seriamente a auto-estima das pessoas. A queda de cabelos pode causar sérias conseqüências emocionais – tanto para homens como para mulheres.
Os cabelos não servem somente como um aliado estético, mas também funcionam como um isolante térmico, protegendo a cabeça das radiações solares.
O principal indicativo de cabelos saudáveis é quando a cutícula do cabelo tem um padrão regular. Isso faz com que as moléculas de água e de proteína mantenham-se no cabelo – mantendo-o maleável, com brilho, forte e macio.
Mas quando nosso cabelo começa a cair ou está com sua estrutura alterada, isso pode ser indício de doenças.
As causas para a queda de cabelo podem ser internas ou externas.

Morrendo pela boca

Bolachas, frituras, refrigerantes, chocolates e fast- food. Na hora que a fome aparece, essas são as primeiras opções de muitas pessoas. De acordo com as nutricionistas da Faculdade de Saúde Pública da USP (Universidade de São Paulo), Adriana Passanha e Heloisa de Souza Garcia, o maior fator contribuinte para esses hábitos alimentares é a falta de tempo que se têm hoje em dia. “O ritmo acelerado influencia diretamente na alimentação. Há uma grande busca por alimentos industrializados, como congelados e refeições semiprontas, que são ricos em gordura saturada, sódio e açúcar. Além disso, a escassez do hábito de sentar-se à mesa durante as refeições contribui para essa ingestão desregrada”, afirmam.
Os mais afetados pela ingestão desses alimentos tidos como “veneno” para a saúde são os jovens. Segundo as nutricionistas, isso ocorre principalmente pela facilidade de acesso às guloseimas, como por exemplo, na cantina do colégio ou da faculdade. “A maioria dos jovens consome salgadinhos, bolachas recheadas, salgados (croissant, coxinha, bolinho de queijo), fast-food, batata frita, alimentos congelados (pizza, lasanha), refrigerantes, chocolates e doces em grande quantidade”, apontam.

Dores nas costas

" Boa postura ou má postura? Adotar a primeira atitude com disciplina pode significar uma vida melhor, sem dores nas costas

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 80% da população ainda irá sofrer do mal pelo menos em alguma fase da vida. Ou seja, em maior ou menor grau, um dia quase todos serão vítimas desse incômodo que compromete a qualidade de vida sob diversos aspectos, entre eles físicos, emocionais e até sociais.
A principal vilã é a lombalgia, um desconforto que afeta a região inferior da coluna vertebral (que vai da última costela até o início dos glúteos) e aparece em destaque no ranking das reclamações nos consultórios
Se as dores vêm acompanhadas do que os médicos chamam de sinais de alerta, como febre ou perda de peso. “Nesses casos, o desconforto indica a presença de algo mais grave - desde má-formação congênita, osteoporose e tumores até hérnia de disco, cálculos renais e distúrbios neurológicos. Portanto, o tratamento varia de acordo com a causa diagnosticada”,

Outra situação preocupante é quando não há uma razão aparente para o incômodo. “Trata- se da lombalgia mecânico-postural. Os pacientes com este perfil tentam buscar uma razão 'física' para suas lamentações e não encontram nada. Isso porque as dores não estão relacionadas a desvios [hiper-lordose, hiper-cifose e escoliose] ou a algum tipo de lesão na coluna, mas a vícios de postura que a deixam sobrecarregada constantemente”

Beba Água

Dentro do nosso organismo a água se dedica a várias atividades importantes. Mas será que bebemos água o suficiente para abastecer o nosso corpo?
Especialistas dizem que tomar 2,0L a 2,5L*¹ de água por dia é a garantia de que estamos ingerindo a quantidade ideal para repormos as perdas obtidas pelo suor e excrementos e ainda hidratar e fornecer ao organismo os eletrólitos necessários para o equilíbrio de suas funções vitais.Devemos nos lembrar também, que todos alimentos possuem água, quantidades distintas entre si, mas que são prontamente absorvidas pelo organismo.60% do corpo humano de um adulto é formado de água, um recém nascido chega a ter quase 80% do seu organismo formado por líquidos. Nas pessoas idosas esse número cai para 50%, isso porque conforme envelhecemos vamos nos “desidratando” aos poucos. A água quando dentro do organismo tem a função de regular a temperatura corpórea, através da eliminação do suor, eliminar resíduos metabólicos, através da urina, fazer uma melhor distribuição de nutrientes pelo corpo, auxiliar no transporte de nutrientes até as células, auxiliar na prática de esportes pois ajuda a retirar o ácido lático, que causa a sensação de dor e fadiga, dos músculos.

Unhas quebradiças

A causa principal de unhas quebradiças é o ressecamento extremo da unha. Algumas pessoas tem uma predisposição genética a este tipo de problema. Conforme envelhecemos, nossas unhas tornam-se mais frágeis, secas, e assim quabram-se com maior facilidade. Ar seco, como no verão com o uso  de ar condicionado, pode causar ressecamento da unha.
Algumas doenças  podem causar unhas quebradiças, por exemplo:
- hipotireoidismo, uma doença causada por níveis baixos de hormônio tireoidiano
- fenômeno de Raynaud, uma doença que afeta as artérias dos braços e das pernas
- doenças de pele como psoríase, dermatite atópica e eczemas em geral.
- doenças endócrinas, como a sindrome de Sjogren-Larsson, que também causa pele seca
- desnutrição
Fatores que podem aumentar a chance de uma pessoa apresentar unhas frágeis incluem:
- lavagem freqüente das mãos
- exposição prolongada ao frio seco
- queimadura solar
- exposição excessiva a produtos químicos, como removedor de esmalte
- lesão repetida das pontas dos dedos
O que pode ser feito para prevenir este sintoma?
Pessoas com este tipo de problema devem limitar a quantidade de sabão utilizado para lavar as mãos, assim como o tempo de exposição de suas unhas à água. O uso de sabonetes suaves, hidratantes pode ser de grande auxílio.
Após secar as mãos com uma toalha, deve-se aplicar um hidratante na pele e nas unhas. Os hidratantes disponíveis para venda ao público incluem:
- hidratantes cosméticos, que dão alívio rápido do ressecamento mas duram apenas enquanto são aplicados. Para pessoas com unhas levemente frágeis ou cujo problema se manifeste de forma intermitente, um hidratante cosmético pode ser suficiente para resolver esta sensação de pele seca.
- hidratantes terapêuticos, que podem agir como uma barreira, impedindo a evaporação da água das unhas. Muitos hidratantes terapêuticos contém óleo mineral, petrolatum ou uréia.
Outras medidas para evitar unhas quebradiças:
- usar luvas protetoras sempre que possível
- evitar exposição prolongada à água, como nadar.
- evitar exposição a produtos químicos que irritem a pele e as unhas. Alguns tipos de removedores de esmalte são mais suaves que outros.

Perio ... o que?

A periodontite – conhecida popularmente como piorréia – é uma inflamação crônica que acomete gengiva, osso e ligamentos de suporte dos dentes que se dá, principalmente, pelo acúmulo de bactérias nestas regiões. Ela é uma das principais causas de perda de dentes em adultos e a principal causa em pessoas idosas.
Uma boa higiene bucal e visitas periódicas ao dentista previnem o aparecimento da infecção, uma vez que a formação de placas bacterianas é um dos fatores principais do aparecimento desta. Fumo, bruxismo, deficiências nutricionais, medicamentos e doenças emocionais podem potencializar os efeitos da periodontite.
O tratamento consiste em raspagens e, em casos mais acentuados, cirurgias periodontais. Pode ser necessário o uso de antibióticos.

Confições no consultório

Você fuma? Faz exercícios físicos?... São perguntas frequentes dentro do consultório médico. Na hora do interrogatório, é comum muita gente hesitar na resposta e contar uma mentirinha só para evitar um possível sermão. Mas o hábito, aparentemente inocente, sugere um problemão. De acordo com especialistas, pudores em frente ao médico podem ameaçar a sua saúde. "O comportamento é responsável, na maioria dos casos, pelo diagnóstico tardio ou até errado e pelo uso indevido de remédios", explica o clinico geral e cardiologista José Renato das Neves, do Hospital Samaritano. "O tratamento do paciente precisa respeitar as particularidades e a rotina de vida que ele leva, caso contrário, os resultados não vão aparecer."

Unhas encravadas

A unha encravada ocorre quando uma de suas pontas enterra na pele ao seu redor. Isto acontece porque a pele forma uma barreira ao seu crescimento e, como a unha não pára de crescer e é mais dura, ela penetra na pele causando dor e inflamação.
A causa é, geralmente, o hábito errado de se cortar os cantos das unhas. Isto causa a formação de uma ponta na extremidade cortada e permite que, com o peso do corpo, a pele que antes estava embaixo da unha, se projete para cima e entre na frente da mesma. Com o crescimento, a unha encrava neste local.
O uso de sapatos de pontas finas também facilita o encravamento das unhas. Em crianças recém-nascidas, o uso de macacões com pés fechados também podem ocasionar o problema se não forem bem folgados.
Manifestações clínicas
Os dedos mais atingidos são os dos pés, principalmente os dedos Hálux  "dedões" e as unhas encravam quase sempre pelos cantos. O quadro se inicia com dor local que vai aumentando de intensidade e pode se tornar insuportável. A pele ao redor da unha fica inflamada, inchada e avermelhada, podendo haver eliminação de pus e formação de um granuloma piogênico (carne esponjosa), a área vermelha vista na foto abaixo.
Tratamento
Para evitar o encravamento das unhas, nunca as corte pelos cantos, mantendo sempre as pontas livres. As unhas dos pés devem ser cortadas retas. Evite cortar as unhas curtas demais, deixando sempre uma pequena faixa de borda livre (aquela parte branca). Evite usar calçados apertados.
O tratamento varia de acordo com a intensidade de cada caso. Desde medidas simples, como o afastamento da pele inflamada por um chumaço de algodão até procedimentos cirúrgicos para remover o tecido inflamado ou destruir a matriz da unha no canto onde ela encrava podem ser necessários. A extração da unha deve ser evitada pois, quando ela voltar a crescer, pode encravar novamente. O tratamento cirúrgico visa desobstruir a passagem da unha, que pode então crescer livremente.
Em caso de infecção secundária, pode ser necessário o uso de antibióticos de uso local ou via oral. O granuloma piogênico (carne esponjosa), quando ocorre, deve ser cauterizado com substâncias químicas ou então através de eletrocoagulação. O tratamento ideal para a unha encravada deve ser determinado pelo dermatologista.

Alergias

Alergias consistem em uma resposta exagerada do sistema imunológico a alguma alteração no ambiente, como clima, presença de poeira ou fumaça, medicamentos, cheiros fortes, picadas de insetos, estresse, ingestão de determinados alimentos, dentre outros. São o resultado de um excesso de produção (e atuação) da imunoglobulina E (IgE).
As alergias tendem a surgir na infância, mas qualquer pessoa, em qualquer idade, independente do sexo ou raça, pode desenvolvê-la: cerca de 30%. Indivíduos cujos pais possuem esse problema de saúde têm quatro vezes mais chances!
Asma, sinusite, rinite, faringite e tosses alérgicas são alguns tipos de alergia respiratória. Espirro, tosse, falta de ar, coriza ou entupimento e coceira no nariz - algumas vezes, não só nesta região, são alguns sintomas característicos deste tipo de alergia (e bastante parecidos com os de uma gripe ou resfriado). Em ambientes domésticos, os ácaros são os principais causadores dessas reações.
Há também as alergias cutâneas, como a urticária e dermatite de contato. Manchas, coceiras e outros tipos de manifestações na pele são algumas das manifestações.
Indivíduos podem ter por toda a vida apenas um tipo de alergia, podem manifestar mais alergias cutâneas em uma época e alergias respiratórias em outra; ou até mesmo ter momentos sem nenhuma delas!
Essa reação anormal do organismo, além do incômodo que causa, pode oferecer risco de vida ao portador, em caso de choque anafilático. Dificuldades de respiração e perda de consciência podem fazer com que isto ocorra, caso não seja tratado de forma imediata.
Diante disso, o alérgico deve evitar o contato com o agente desencadeante. Alimentos como leite, ovo, trigo, milho, soja, amendoim, castanha e frutos do mar, por exemplo, são os campeões entre os causadores de alergia alimentar.
É essencial buscar auxílio médico para investigar as causas das alergias e adotar medidas necessárias que garantam o bem-estar. Vale lembrar que o tratamento visa o controle dos sintomas já que, infelizmente, até hoje não se descobriu como curá-la de forma definitiva.

Benefícios do Chá Verde

O chá verde é originário das folhas Camellia sinensis. Esta planta tem origem chinesa e foi descoberta pelos monges budistas japoneses. O chá é uma bebida milenar que atrai cada vez mais consumidores por suas propriedades, aroma e sabor.
A ciência comprova suas propriedades terapêuticas e cosméticas. Rico em flavonóides, substâncias antioxidantes que favorecem a neutralização dos radicais livres responsáveis pelo envelhecimento celular, faz bem para a pele, sendo mais eficaz que os carotenos e as vitaminas C e E, que atuam contra as rugas precoces. Pode diminuir as taxas de colesterol, ativar o sistema imunológico e prevenir contra o câncer.
Dentre seus vários benefícios para a saúde, as propriedades do chá verde também estão ligadas ao emagrecimento. Segundo estudo, o extrato do chá verde aumenta o gasto energético, a oxidação de gordura e é desintoxicante, por possuir efeitos diuréticos.